eu tinha visto esse vídeo, em novembro, intitulado “A Queda da Uniban”, e postei na época (http://migre.me/mgXE)

mas hoje recebi o link para a versão correta… e fiquei sabendo que o título é a “A Queda… nas Vendas”

obrigado a Ludmilla Duarte por ter indicado o link na lista do Sinjorba… e ter esclarecido tudo

agora Veja você… Veja…

no dia 13/03 (sábado) vai rolar, no Bond Canto (Rio Vermelho), o lançamento do CD da banda Nefasto, do louco Rick The Freak

a noite ainda vai ter Lo Han e AC/DC cover… tudo começa às 22h

se você não conhece Rick The Freak dê um saque em http://www.myspace.com/rickthefreak e confira os hits “Eu não digo ôxi”, “Tommy Lee Heepa” e “Bicuda no Bozó”, além de outras…

rock nonsense, com escracho e diversão, como o velho rock’n'roll gosta…

fica a dica… nos vemos lá

Uma ideia, uma proposta ou um devaneio??


Catei hoje pelo twitter (não lembro quem postou primeiro, desculpaê…) um link para um vídeo no YouTube com uma pá de bandas da Suíça… isso… Suíça… cantando uma versão tosca-punk de “We Are The World”. As interpretações vocais são bizarras, mas o vídeo se torna divertido ao passo que se passa…

Aí… fui rever o vídeo original da canção original, feito em 1985… E, lógico, voltei a ficar encantado, não só pela música e pelas performances dos cantores e cantoras que gravaram a canção de Lionel Ritchie e Michael Jackson há 25 anos, mas também por lembrar da época em que vi o vídeo pela primeira vez… e como queria revê-lo várias vezes (o que era difícil… a não ser que gravasse (e gravei) com um vídeo cassete… afinal, não tínhamos MTV, nem YouTube, nem Internet…).

O original

Aí… fui rever o vídeo gravado no início desse ano (2010), quando novos e antigos artistas se reuniram para regravar “We Are The World”, dessa vez em prol das vítimas do Haiti.

Lógico, as versões são muito díspares e, para mim, é impossível suplantar a versão de ’85. Não dá para competir com as vozes e “feelings” de Michael Jackson, Bruce Springsteen, Diana Ross, Stevie Wonder, James Ingram, Dionne Warwick, Bob Dylan, Ray Charles, Huey Lewis, Tina Turner, Steve Perry… tudo bem tinha Cyndi Lauper com sua voz de… como diria minha mãe… taquara rachada… seja lá o que for isso…


Sim, a nova versão tentou adpatar a música para os dias de hoje, quando o “mercado” musical não abriga mais vozes grandiosas e em tudo que é canto tem que ter uma passagem em Rap e alguns barulhinhos e efeitos eletrônicos. Mas, tudo bem, os tempos são outros… eu que fique com minhas velharias.

Versão 2010

Vendo a nova versão pensei e percebi algumas coisas. Não conheço quase ninguém que aparece. Nem pela voz, nem pelos rostos. Identifico poucos como o povo do Black Eyed Peas e Puff Daddy (ou P.Diddy ou seja lá qual nome ele usa agora). De cara, identifico logo é Tony Bennett e Barbra Streisand… ou seja, gente das antigas… (é… tou parado no tempo…).

Percebi também que aumentou bastante a parcela de negros que estão no mainstream. E não tou aqui avaliando, estou apenas constatando.

E, por último… quer dizer… na verdade, foi a primeira coisa que pensei… Pq na abertura do novo vídeo quem apresenta é o ator Jamie Foxx?? Será que por causa de sua interpretação (maravilhosa) de Ray Charles? Seria uma forma de homenagear o velho Ray, uma das principais figuras da versão de ’85, de buscar logo uma identificação do público com o tema? Falecido há pouco tempo, Ray Charles, caso vivo, provavelmente participaria da nova versão se lhe chamassem… Mas, conjecturas à parte… mesmo que os produtores não tenham pensado na homenagem, para mim pareceu assim… e achei legal assim mesmo. (Falando nisso… agora lembrei que acho que vi Jamie Foxx cantando também no vídeo, imitando Ray Charles… foi isso mesmo??)


Sim, mas o que ia dizer era que, ao ver o vídeo com as bandas suíças, imaginei um “We Are The World” baiano, com artistas baianos. Não com o povo do axé e coisa e tal (continuo radical…), mas com o povo do rock (poderia ter o povo do reggae também…). Depois, vendo o vídeo de 2010, vi que, ao final, eles incitam a galera a gravar suas versões, mesmo caseiras, e colocar tudo na internet.

Punk suíço

Pois então, minha ideia não é tão maluca assim… Só fico na dúvida sobre qual música deve ser gravada. A própria “We Are The World”? Uma composição inédita ou não de um grupo/artista baiano? Uma música de Raul?? Ou devemos nos jogar logo em “We Are The World of Carnaval”???  Sim, aquela do “Ah, que bom você chegou // Bem-vindo a Salvador // Coração do Brasil…”. Se bem que essa é de Nizan Guanaes e não sei se ele liberaria os direitos…

Outra coisa: os milhões arrecadados iriam ser destinados a quem mesmo?? Tinha que ser algo da Bahia ou, no mínimo, do Brasil. Já que temos vários Haitis aqui mesmo…

Pois bem, com essa ideia na cabeça… Preciso agora de uma câmera na mão… e também de um estúdio para gravar, uma galera para tocar e outra para cantar…


A versão da Bahia

Em meus devaneios, listo, então, alguns nomes que poderiam ser convidados…

Para as câmeras e edição, podemos chamar Kau Rocha, Pedro Rocha e Ricardo Spencer

Para o áudio, podemos contar com a colaboração de André T, Jera Cravo, Jorge Solovera, Tadeus Mascarenhas e Apu Tude (né não??)

Os arranjos podem ser pensados por Alex Pochat, que colocaria umas trompas antes do refrão… ia ficar legal…

Para o instrumental, a banda podia ser montada assim:

Guitarras – Danilo Coimbra (Malefactor) para dar um peso e palhetadas, Morotó (Retrofoguetes) para surfar sobre as ondas sonoras e dar uma palhinha com a guitarra baiana (já que todo mundo gosta agora), Martin Mendonça (Pitty) para uns barulhinhos e uma modernizada, Libório (da Combustão) e Ênio (da Maloca) para garantir a suingueira, Paulinho Oliveira (dele mesmo) para as pegadas hard rock e o solo (tem que ter solo, nem venha…) e Wallie Beerman (Mizeravão) para jogar uns riffs e interromper a gravação para pedir mais cerveja.

Bateria – Tiago Trad (Cascadura) e Duda (Pitty) para a base, Louis (atual Camisa de Vênus e um bocado de bandas e, ainda, ex-Drearylands e ex-um bocado de bandas) para as viradas monstras, Iure Bonebreaker (Pelourinho) e Emanuel Venâncio (Bestiário) para quebrar tudo, Rex (Retrofoguetes) para tocar em pé e Dimmy Drummer (Vendo 147) para administrar a balbúrdia, já que tem experiência em mais de um baterista na mesma banda.

Teclados – As intervenções seriam feitas por André T e Tadeu mesmo. Se bem que poderíamos contar com Chris Macchi (King Kobra e Malefactor) para disputar os solos com Paulinho e dar um ar setentista.

Baixos – CH (Retrofoguetes) e Joe (Pitty) fariam a base toda. Joel Moncorvo (ex-atual-ex-Slow) viria com uns arranjos com seu baixo de 46 cordas e Thiago Nego (Banda de Rock) apareceria com umas levadas groove para ficar tudo daquele jeito.


Os vocais… e isso é coisa séria pq todo “We Are The World” que se preza é baseado nos vocais… tomariam mais tempo e contariam com muito mais gente…

As vozes principais, daqueles que teriam destaque no vídeo chegando à frente do microfone para fazer suas partes, ficariam à cargo de 20 cantores e cantoras… e uma pá de gente entraria no coro e nas tomadas panorâmicas do vídeo.

O tal G20 poderia ser incrementado dessa forma:

Fábio Cascadura, Glauber/Moskabilly, Cebola Elétrica (Estrada Perdida), Pitty, Nancy, Dany Nascimento (Lou), Ivana Vivas (Demoiselle) e Candy Fias (Anacê) levariam a canção.

Lord Vlad (Malefactor), Sérgio Baloff (Headhunter DC) e Bruno Leal (Pandora e ex-Mercy Killing) entrariam na parte metalzona da música.

Artur Ribeiro e Messia G.B. garantiriam a passagem tristonha.

Jorginho King Kobra, Mauro Piton (Bestiário e ex-Sangria) e eu… é… eu… Leão (ou vc acha que eu ficaria de fora de uma farra dessas???) entraríamos com uns gritos rasgados.

Theo Filho (dos Irmãos da Bailarina) entoaria os versos mais poéticos, quase num sussurro, enquanto Caveirinha (Magallanes Muertos) daria uns toques lisérgicos, Vandex garantiria o estranhamento dos ouvidos mais incautos e Fernando Cueg (ex-Stone Bull) apareceria para fazer um embromation.

E aí??? Quem se habilita?? Vamos nessa?? Ou viajei demais???


ósculos e amplexos a todas e todos

L~
…ah… lembrei quem indicou o link dos suíços… acho que foi Metade… Valeu, cara!!
De quebra, lá vai um vídeo de outra reunião de rockstars… o Hear n’ Aid

o passado de Lobão, Ritchie e Lulu Santos…

…Vímana

O Peso – Sou Louco Por Você

ao vivo no Hollywood Rock ‘75

Casa das Máquinas – Casa de Rock

clipe pro fantástico…

em 2008… isso… há dois anos, o carnaval cobriu yemanjá… lembra???

em meio a isso… rolou um palco com atrações rock e pop em frente à cia. da pizza no rio vermelho…

e Os Mizeravão se apresentaram no domingo de carnaval… com a presença de um ilustre brasileiro no público… Marcelo Tas

logo depois ele postou um vídeo na internet em que comenta e mostra um pouco da balbúrdia mizeravona…

não tava mais lembrando disso… mas ele colocou em seu blog novamente por esses dias… e indico o link aqui agora… só para matar saudade… http://migre.me/l856

ósculos e amplexos

L~

galera people…

Como muitos já sabem, o Núcleo de Teatro do TCA (TCA.Núcleo) promoverá este ano a montagem do espetáculo “Aventuras do Maluco Beleza”, musical infanto-juvenil baseado na obra e nas memórias de Raul Seixas. Pois bem, o espetáculo foi selecionado via edital da Funceb e da mesma forma serão escolhidos os assistentes de direção, produção, o elenco e a equipe responsável pelo figurino, iluminação, cenografia etc. A primeira etapa já está com as inscrições abertas para a escolha dos assistentes de direção e produção e do elenco, o que acontecerá após a realização das oficinas.

As inscrições são gratuitas e ficarão abertas até 4 de março. Mais detalhes em http://digg.com/u1O4uZ

“Com direção de Edvard Passos, o musical “As Aventuras do Maluco Beleza”, como o próprio título indica, transita pelo universo musical criado pelo cantor e compositor baiano Raul Seixas. No espetáculo, escrito por Edvard Passos e Ivan Seixas, filho de Plínio Seixas, irmão de Raul, os garotos Raulzito e Plininho partem em uma viagem para salvar o planeta, ao lado do cientista Mêlo. Contudo, a aventura é pano de fundo para a abordagem de temas como a liberdade de expressão e o respeito às diferenças”.

ósculos e amplexos…

L~

Recebi esse texto na segunda (08/02) mas só li agora.
Vejo que foi publicado no site do A Tarde especial sobre o Carnaval.

Mas coloco aqui pq é uma ótima lida…
O link para a página do A Tarde está no final.

A autoria do texto é de Acúrsio Esteves, da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Salvador, e também professor da UCSal.

Pois bem… então lá vai…

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A mão que afaga é a mesma que apedreja – Ascensão e decadência do trio elétrico

por Professor Acúrsio Esteves

Fim do século XIX, a Bahia testemunha uma mudança de costumes na sua maior festa popular. Estou me referindo ao nascimento do carnaval e à morte do entrudo. Se o preconceito e a segregação social além da violência física eram as notas destoantes desta manifestação de origem portuguesa, o carnaval recebe este dote como herança e até intensifica o seu caráter hierarquizado concebendo, porém, novos paradigmas lúdicos, estéticos e capitalistas. No entrudo, negros “brincavam” ao lado de brancos, e estes podiam atingi-los com as famosas laranjinhas, farinhas, água fétida e toda a sorte de armas podres, enquanto aqueles só poderiam fazê-lo entre si. Já no carnaval do início do século XX, a “inconveniente” presença dos afrodescendentes e pobres foi alijada do nobre circuito do corso, (onde o préstito trazia a “nata” da sociedade baiana em suntuosos desfiles), e nem sequer imaginada nos seletivos bailes dos salões do Teatro São João, Teatro Politeama, Cruz Vermelha e Fantoches da Euterpe. Formaram-se (a exemplo de hoje) dois circuitos distintos no carnaval de Salvador.

Na Rua do Palácio (hoje Chile) acontecia bem comportado o desfile eurocêntrico dos citados clubes e na Baixa de Sapateiros a farra de entidades negras como Guerreiros d´África, Embaixada Africana, Pândegos d´África, evocando e reverenciando suas origens. Dentro deste contexto é que surge em 1950 um elemento que vem promover uma mudança radical na forma de se brincar o carnaval: o trio elétrico. Fruto da musicalidade baiana vindo através da genialidade inventiva da dupla Dodô e Osmar, ele é concebido no início da década de 50. Esta genial criação mais tarde viria a se tornar a marca registrada do carnaval de Salvador, e modificaria por completo e para sempre a estrutura da folia. Sem pedir licença, de forma irreverente e tendo um forte compromisso com a alegria, a dupla Dodô e Osmar à revelia de tudo e todos destrói o “status quo” vigente e decreta a democracia no carnaval através da participação coletiva simultânea onde negros e brancos, ricos e pobres tinham algo em comum: pulavam atrás do trio.

Como bem colocado pelos seus próprios criadores referindo-se à multidão que o acompanha, “pula gente bem, pula pau-de-arara, pula até criança, e velho babaquara” ou mais sinteticamente como Caetano “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu”. Este caráter libertário e unificador lhe confere a primazia de efetivamente ter uma atitude conseqüente contra o preconceito e a segregação social e racial no nosso carnaval ainda que não de forma intencional, pois, o único objetivo dos seus criadores era o entretenimento pessoal e a diversão da massa.

A preferência por essa nova forma de se brincar no outrora plural carnaval de Salvador veio se acentuando a partir da década de 50 atropelando tudo e todos que não se rendessem aos seus acordes contagiantes. Entidades carnavalescas como Escolas de Samba, Blocos de Índio, Afoxés, Cordões e Batucadas foram gradativamente se não extintas, quase desaparecidas. Sua atuação quase hegemônica, monopolizando a preferência e atenção popular e divulgando nacionalmente o carnaval de Salvador, veio em fins da década de 70 e início de 80, aprisioná-lo nas cordas dos blocos que já vislumbravam o seu poder como elemento facilitador de apropriação de capital. Estes, em seu favor, abdicaram no tradicional sopro e percussão, iniciando um processo no qual o trio passaria a ser uma propriedade particular, reconduzindo às ruas uma hierarquia social, econômica e racial perdida no tempo, contribuindo sobremaneira para a atual privatização desregrada do espaço público. O trio libertário, servo e promotor do prazer, passou a ser refém da sua própria alegria e reescreveu a história dividindo de novo os foliões que outrora ele juntou num caldeirão de euforia, em associados e pipocas, pobres e ricos, negros e brancos. Virou passarinho cantando na gaiola para quem poder pagar mais.

Dentro desta lógica capitalista, os antigos grilhões por ele arrebentados na década de 50 são, por seu intermédio, recolocados no povo. O trio ocupou o lugar de agente da discriminação, da segregação e do preconceito a serviço das elites econômicas e seus “podres poderes” legalmente constituídos. Perde o significado a assertiva de Moraes Moreira, quando este diz em uma das suas composições em comemoração aos 25 anos do trio, se referindo ao nosso carnaval “É o lugar do mundo inteiro que se brinca sem dinheiro, basta só existir e na vida passar um Trio Elétrico de Dodô e Osmar”. A cor da pele, a posição social, endereço nobre (ou pobre) voltaram a fazer diferença. A alegria do trio agora tem preço (caro) e nome: Eva, Cheiro de Amor, Camaleão… Ele que antes era do povo, para o povo e pelo povo, hoje é classificado como “de bloco” e “independente”. Independente… Porreta essa!!! É de fazer Dodô e Osmar se arrepiarem e revirarem no túmulo.

Início do século XXI, o “agente da alegria”, refém (sem direito a resgate) do poder econômico, massifica uma padronização estética que empobrece e privatiza a festa e sufoca, ou melhor, aniquila a criatividade popular. Esta padronização é responsável pelo que o Profº Joaquim Maurício Cedraz Nery chama de militarização do carnaval, que se caracteriza pela presença do uniforme (abadá), da quase uniformidade do ritmo (axé, pagode), das evoluções coreografadas no percurso, da posição na fila e revezamento do comando (mesmos “cantores” atuando em todos os “regimentos”, digo, blocos). Este novo modelo de carnaval tem no turismo seu mais recente e rentável filão econômico, um promissor caminho para a sua esclerose e autofagia.

Pois é leitores, o paraibano Augusto dos Anjos (chamado o poeta do mau gosto) está coberto de razão quando diz: “O beijo, amigo, é a véspera do escarro, a mão que afaga é a mesma que apedreja”. Está aí o trio elétrico que não lhe deixa mentir… Já se disse que o mundo dá voltas, que a história se repete, é cíclica etc., e nós estamos vivos para testemunhar mais uma vez o povo ser usurpado de mais um patrimônio cultural em favor da elite. Pobre folião de Salvador. Pobre carnaval da Bahia!

* O professor Acúrsio Esteves pertence ao quadro da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Salvador – SECULT, e também leciona na Universidade Católica do Salvador

http://www.atarde.com.br/carnaval/foliaoreporter/noticia.jsf?id=1361563

Acabo de ver o trailer de “Filhos de João”, documentário sobre os Novos Baianos. Se não me engano, houve um pré-estreia aqui em SSA, mas não pude ir… ou tou confundindo com outra coisa…

Mas não importa. O que importa é que o trailer me deixou ansioso para ver o documentário e tê-lo em DVD. Não pelo doc em si, mas pelo grupo, uma das melhores coisas que o Brasil já teve.

E não me venham lembrar que detonei as misturebas anteriormente…

Confira o trailer e, de lambuja, como o carneirinho, uns vídeos dos Novos Baianos: